Edição 22, Entrevistas

3 perguntas para Wagner Tadeu

Vice-presidente de Vendas para AL da Forcepoint, fala sobre as tendências tecnológicas e, também sobre o mercado de cibersegurança no Brasil. Leia a íntegra em www.inforchannel.com.br

Por que cibercrimosos estão sempre passos à frente?

Acontece que a as empresas de segurança ainda estão trabalhando no modelo antigo. Tem que levar em conta o fator humano. Dos ataques existentes, 95% têm uma falha humana, proposital ou não. Sabemos que 85% vêm da parte interna. É preciso evoluir e utilizar uma solução que consiga acompanhar ações e comportamentos humanos e não somente baseada em regras predeterminadas.


Qual é o estado da arte da tecnologia para segurança?

Essa tecnologia, caminha para o comportamento humano, indo muito além de regras estáticas, perímetro, rede, firewall, filtro de conteúdo… Tudo isso vai continuar, mas terá que ser colocada uma inteligência nas soluções para deter o controle do que o usuário está fazendo.


Qual é o mercado para segurança?

Quando conversamos com presidentes, CEOs e CIOs, identificamos que a preocupação e a verba destinada a essas questões têm aumentado ano por ano. Mesmo assim, os incidentes continuam e crescem a uma taxa de 30%. Isso ocorre porque hoje a informação vale muito e seus dados estão expostos todos os dias. dados estão expostos todos os dias. Dificilmente uma pessoa não tem um mínimo de dados na nuvem. Diante disso, o mercado para adquirir soluções de segurança é astronômico, porque tudo requer proteção, especialmente com a transformação digital.